Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 2400
Copper Hydroxide (HIDRÓXIDO DE COBRE)...............................538 g/kg (53,8% m/m) Ingredientes Inertes.......................................................................462 g/kg (46,2% m/m)
GRUPO | M01 | FUNGICIDA |
- MITSUI & CO (BRASIL) S.A.
Avenida Paulista, 1.842 – 23º andar - Edif. Cetenco Plaza - Torre Norte - Bela Vista - CEP 01310-923 - São Paulo/SP
Fone: (11) 3371-9704 - Fax: (11) 3371-9709 - CNPJ 61.139.697/0001-70, Cadastro
Estadual: CDA/SAA-SP Nº 465
GARANT TÉCNICO – Registro MAPA nº 0028203
Kocide LLC, 12701 Almeda Road, Houston, Texas, 77045, USA
Du Pont Valdosta Plant, 2509 Rocky Ford Road, Valdosta, Georgia, 31603, USA
Du Pont do Brasil S.A. Rodovia Presidente Dutra, km 280 A. CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ - CNPJ: 61.064.929/0023-84. Registro da empresa na INEA/RJ: LO nº IN020946
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Du Pont Valdosta Plant, 2509 Rocky Ford Road, Valdosta, Georgia, 31603, USA
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Oxiquímica Agrociência Ltda. - Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 - CEP 14871- 360 - Jaboticabal – SP - CNPJ 65.011.967/0001-14 - Cadastro Estadual CDA/SAA-SP Nº 101
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Estadual: CDA/SAA-SP Nº 465
DU PONT DO BRASIL S.A. - Alameda Itapecuru, 506 - Alphaville - CEP 06454-080 - Baurueri/SP - CNPJ: 61.064.929/0001-79, Cadastro Estadual: CDA/SAA/SP: Nº 040
DU PONT DO BRASIL S.A. - Av. Constante Pavan, 4327 - Bloco A, B - Betel - CEP 13148-198 - Paulínia - SP - CNPJ 61.064.929/0076-96 - Cadastro Estadual CDA/SAA- SP Nº 1074
DU PONT DO BRASIL S.A., Rua José Ademir Zago Filho, 400 - Parque Industrial IV - Módulo I - CEP 86200-000 - Ibiporã/PR - CNPJ: 61.064.929/0072-62, Cadastro Estadual ADAPAR/PR: Nº 002664
DU PONT DO BRASIL S.A., Rodovia Presidente Dutra, km 280 A - CEP 27365-000 - Barra Mansa/RJ - CNPJ: 61.064.929/0023-84. Registro da empresa no INEA/RJ: LO nºIN020946
Du Pont do Brasil S.A. - Rua Bortolo J. Ferro, 500 - CEP:13148-903 - Paulínia/SP CNPJ: 61.064.929/0003-30 - Cadastro Estadual CDA/SP n° 543
Nº de Lote ou Partida: | VIDE EMBALAGEM |
Data de Fabricação: | |
Data de Vencimento: |
Corrosivo a metais

Culturas | Doenças Nome comum (Nome científico) | Dose Produto comercial | Volume de calda (*) | Início, Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Batata | Pinta-preta (Alternaria solani) | 120-150 g /100 L água | 500 a 1000 L | Iniciar as aplicações preventivamente, logo nos primeiros sintomas das doenças. Repetir a intervalos de 7 dias ou conforme a necessidade. |
Requeima (Phytophthora infestans) | 150-180 g /100 L água | |||
Café | Ferrugem-do-cafeeiro (Hemileia vastatrix) | 1,7-2,25 kg/ha | 300 a 500 L | Aplicar preventivamente a partir dos primeiros sintomas, e repetir a intervalos de 30 dias. Fazer, se necessário, até 5 aplicações durante o período crítico da cultura, obedecendo-se a carência. |
Mancha-de-olho- pardo (Cercospora coffeicola)** | 1,75-2,0 kg/ha | |||
Citros | Verrugose-da-laranja- doce (Elsinoe australis) | 75 g/100 L água | 2000 L | Realizar 2 aplicações, sendo a 1ª quando 2/3 (dois terços) das pétalas estiverem caídas, e a 2ª, de 4 a 5 semanas após a primeira. Evitar a adição de adubos foliares em calda mista com o produto na fase pós-florada com frutos ainda pequenos. |
Pinta-preta ou mancha-preta (Phyllosticta citricarpa)** | 125 g/100 L água | Realizar 3 aplicações, sendo a 1ª, 28 dias após a segunda aplicação para a Verrugose e a demais com intervalo de 28 dias. Adicionar óleo mineral e/ou vegetal a 0,5% v.v. | ||
Melão/Melancia | Mancha Aquosa (Acidovorax avenae subsp. citrulli) | 200 g/100 L água | 500 a 800 L | Realizar 5 aplicações, indicando preventivamente, logo após o início das brotações. Repetir com 5 a 10 dias de intervalo. Utilizar o intervalo menor em condições ambientais mais favoráveis à ocorrência da doença. |
Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | ||||
Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | ||||
Tomate Estaqueado ou Tutorado | Pinta-preta (Alternaria solani) | 150 g/100 L água | 500 a 1000 L | Iniciar as aplicações preventivamente, logo nos primeiros sintomas das doenças. Repetir a intervalos de 7 dias ou conforme a necessidade |
Mancha bacteriana (Xanthomonas vesicatoria) | 300 g/100 L água | |||
Requeima | 300 g/100 L |
(Phytophthora infestans) | água | |||
Iniciar as aplicações | ||||
preventivamente, quando | ||||
as brotações tiverem | ||||
cerca de 10 cm e com os | ||||
primeiros sintomas da | ||||
doença. Repetir a | ||||
Uva | Míldio (Plasmopora viticola) | 180 g/100 L água | 5000 a 1000 L | intervalos de 7 dias ou conforme a necessidade. |
Pode ocorrer leve | ||||
bronzeamento nas folhas | ||||
de variedades sensíveis | ||||
como Niagara, porém sem | ||||
danos para os frutos e à | ||||
produção. |
Nota: 1 quilograma do produto comercial KOCIDE® WDG Bioactive equivalente a 538 gramas do ingrediente ativo Hidróxido de Cobre.
(*) O volume de calda a ser utilizado depende da área foliar a ser coberta, portanto, adequar ao estágio de desenvolvimento, densidade e porte das plantas.
Aplicar de maneira uniforme, dando boa cobertura às partes aéreas das plantas. Para assegurar uma boa deposição da calda, evitar derivas.
Encha 1/2 tanque do pulverizador com água. Adicione KOCIDE® WDG Bioactive lentamente ao tanque, mantendo o agitador mecânico operando e continue a encher com água.
Aplicar via terrestre, usando pulverizador tratorizado ou pulverizadores costais, dotados de bicos de jato cônico tipo D, seguindo especificações dos fabricantes quanto à pressão e tamanho de gotas. Calibrar os equipamentos, adequando-os à cultura e à vazão requerida. Os equipamentos de aplicação, reservatórios, etc, deverão ser lavados com água limpa após cada dia de operação, evitando-se corrosões às partes metálicas como ferro, ferro galvanizado e alumínio.
Antes da aplicação, limpe o equipamento e verifique que está bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores.
Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e remova os depósitos visíveis de produtos.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AJAX, AMONÍACO ou SIMILAR com 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1L para 100L de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 2.
Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes.
Limpe tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias.
Somente usar as doses recomendadas.
Evite contato do produto com superfícies metálicas. O produto pode reagir com superfícies metálicas, como metais galvanizados.
Vide item DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
Vide Modo de Aplicação.
Em videiras (uva) pode ocorrer leve bronzeamento nas folhas de variedades sensíveis como Niágara, porém sem danos para os frutos e à produção.
Condições ambientais, tais como períodos prolongados de umidade, chuva ácida, etc, que podem alterar o pH da superfície da folha podem influir no desempenho do produto, resultando em diminuição do período de controle, ou fitotoxicidade em cultivares sensíveis. Recomenda-se realizar teste prévio em pequena escala, no caso de dúvida.
Aplicações de doses elevadas a intervalos reduzidos podem provocar fitotoxicidade em cultivares sensíveis ao cobre.
Descontinuar o uso quando ocorrerem sintomas de fitotoxicidade.
Em viveiros e casa-de-vegetação sob condições especiais, recomenda-se realizar teste prévio em pequena escala.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA).
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando à perda de eficiência do produto e conseqüente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO | M01 | FUNGICIDA |
O produto KOCIDE WDG Bioactive é composto por Hidróxido de cobre, que apresenta mecanismo de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Use protetor ocular.
Se houver contato com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável
e máscara cobrindo o nariz e a boca.
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
A aplicação do produto produz neblina, use protetor sobre o nariz e a boca, óculos ou viseira facial.
Não aplique contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, botas e avental impermeável.
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto na embalagem original fechado, armazenado em local trancado longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave as roupas separadas das demais roupas de uso diário e de familiares.
Ação e Absorção: O produto não é absorvido pela pele. O produto é absorvido pelas mucosas e trato intestinal. A absorção do cobre é regulada no organismo dos mamíferos, especialmente no corpo humano. Sendo o Hidróxido de Cobre praticamente insolúvel, ocorrerá uma absorção muito pequena de íons. O composto será diretamente excretado porque a sua insolubilidade o torna não biodisponível. A absorção de cobre ocorre no trato gastrointestinal superior nos mamíferos. Dois mecanismos estão envolvidos: o processo energia dependente envolvendo o complexo cobre-aminoácido e, o outro envolve uma proteína carreadora induzível.
Excreção: a excreção ocorre através das fezes - via secreção biliar, e via urinária.
DL50 aguda oral (ratos): 1.346 mg/kg
DL50 aguda dérmica (ratos): > 1.000 mg/kg
Náuseas e vômitos, diarréia, colapso, convulsões, icterícia, anúria, pneumonite química, febre, excitação do sistema nervoso central, seguida de depressão. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. Se não houver vômito há absorção gradual e intoxicação sistêmica podendo ocorrer morte em poucos dias.
A toxicidade em mamíferos é geralmente o resultado de ingestão maciça do produto.
Por não se tratar de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.
No caso de ingestão, poderá ocorrer irritação gastrointestinal, tontura, náusea, dor de cabeça e diarréia.
No caso de inalação, poderá ocorrer, irritação das membranas e das mucosas.
Lavagem gástrica com ferricianeto de potássio ou suspensão de carvão ativado. Penicilina nos casos agudos e crônicos.
Transfusão de sangue nos casos graves. Tratamento: sintomático.
Este produto é:
Este Produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este Produto é ALTAMENTE TÓXICO para microorganismos do solo.
Este Produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental. Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
A destinação final inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna e a saúde das pessoas.
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local de depósito deve ser exclusivo para produtos tóxicos, deve ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
Em casos de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa Mitsui & Co (Brasil) S.A. fone (11) 3371-9704
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO² ou pó químico, ficando a favor do vento para
evitar intoxicação.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em caixa saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
A destinação inadequada das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita por incineração em forno rotativo, equipado com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento de ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
O produto encontra-se com restrição de uso temporária no Estado do Paraná para
Phyllosticta citricarpa na cultura de citros e Cercospora coffeicola na cultura de café.