image


image


SPRAYKILL


Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 19317.


COMPOSIÇÃO:

1,1`-ethylene-2,2`-bipyridyylim dibromide (DIBROMETO DE DlQUATE)..........................374 g/L (37,4 % m/v)

9,10-dihydro-8a,10a-diazoniaphenanthrene (DIQUATE)………...…..................................200 g/L (20,0% m/v)

Outros Ingredientes.............................................................................................................980g/L (98,0 % m/v)


GRUPO

D

HERBICIDA


PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Herbicida não seletivo, de ação não sistêmica, do grupo químico bipiridílio


TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)


TITULAR DO REGISTRO (*):

RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.

Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 2948 – sala 1001, 1002 e 1003 - Bairro Floresta CEP: 90560-002 - Porto Alegre/RS - Fone: (51) 3237-6414

Fax: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69

Número de registro do estabelecimento no Estado: 00001928/09 - SEAPI/RS

(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)


FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

DIQUAT TÉCNICO RAINBOW – Registro MAPA nº 12015 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.

Endereço: Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China


FORMULADORES/MANIPULADORES:

SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.

Endereço: Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China


IMPORTADORES:

RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.

Avenida Cristóvão Colombo, 2948, salas 1001, 1002 e 1003, Bairro Floresta, CEP 90560-002 - Porto Alegre / RS

CNPJ: 10.486.463/0001-69

Cadastro Estadual n. 00001928/09 SEAPI/RS


RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.

Rodovia PR-493, km 04, 3800, sala 06, CEP 85503-378 - Pato Branco / PR CNPJ: 10.486.463/0003-20

image

Cadastro Estadual n.1000322 ADAPAR/PR


No do lote ou partida:


VIDE EMBALAGEM

Data de fabricação:

Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)

Produto registrado para a cultura da Soja.

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – Classe I - Extremamente Tóxico CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – Classe II - Muito Perigoso ao

Meio Ambiente

image


INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:

SPRAYKILL é um herbicida não seletivo de ação por contato, apresentado na forma de concentrado solúvel, pertencente ao grupo químico bipiridílio.


CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES E DOSES:

DlQUAT 200 SL RAINBOW é indicado para uso em dessecação na cultura da soja.


ÍNICIO, NUMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:

Uma aplicação por ciclo da cultura.



Cultura


Nome comum


Nome científico

Dose do Produto Comercial (L/ha)


Numero de Aplicações


Volume de Calda

Época de aplicação: DESSECAÇÃO

Pulverizador

costal:

200 L/ha

Aplicar quando a cultura


Soja

Saco-de- padre

Cardiospermum halicacabum


1,5 a 2,0


1 Aplicação

Pulverizador de barra tratorizado:

estiver fisiologicamente madura.

200 – 300 L/ha

Utilizar espalhante adesivo a

0,1% v/v.

Aplicação aérea:

30 – 40 L/ha


MODO DE APLICAÇÃO:

SPRAYKILL deve ser aplicado somente nas dosagens recomendadas diluído em agua, em pulverização com jato dirigido ou em área total.


Equipamentos de Aplicação:

SPRAYKILL poderá ser aplicado através de pulverizadores costal manual ou costal pressurizado, pulverizador tratorizado convencional e através de aeronave agrícola. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico.


Temperatura máxima: 28°C; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 Km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatização ou deriva.


Instruções para preparo da calda de pulverização:

Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar SPRAYKILL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma continua durante seu preparo.


INTERVALO DE SEGURANÇA:


Cultura

Intervalo de Segurança (dias)

Soja

7 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Observar os equipamentos recomendados nas diferentes frases dos itens “PRECAUÇÕES GREAIS”, “PRECAUCOES NO MANUSEIO”, “PRECAUÇÕES DURANTE A APLICACAO" E “PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO”.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:


ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


PRECAUÇÕES GERAIS:


PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.


Ingestão: Em caso de ingestão acidental não provoque vômito. Nunca de nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.


Olhos: Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente em agua corrente, durante 15 minutos, evitando que o líquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.


Pele: Em caso de contato, remove a roupa contaminada e lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão neutro em abundância, durante 15 minutos. Dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.


Inalação: Em caso de inalação ou aspiração, procure um local arejado/ventilado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica de urgência mais próxima, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.


Ingestão: Em caso de ingestão acidental não provoque vômito. Nunca de nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.


Olhos: Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente em agua corrente, durante 15 minutos, evitando que o líquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.


Pele: Em caso de contato, remove a roupa contaminada e lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão neutro em abundância, durante 15 minutos. Dirija-se imediatamente para um serviço médico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.


Inalação: Em caso de inalação ou aspiração, procure um local arejado/ventilado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica de urgência mais próxima, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.


TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:

Disque-intoxicação: 0800-722-6001 (RENANCIAT – ANVISA/MS) Telefone de emergência da empresa: 0800 70 10450.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:

Disque-intoxicação: 0800-722-6001 (RENANCIAT – ANVISA/MS) Telefone de emergência da empresa: 0800 70 10450.


- INTOXICAÇÕES POR PRODUTO COMERCIAL (DIQUAT) INFORMAÇÕES MÈDICAS

Grupo químico

Bipiridílio

Classe toxicológica

Classe I - Extremamente Tóxico

Vias de exposição

Oral, dérmica e respiratória

Vias de absorção

Pele e mucosas respiratória, ocular e digestiva.

Sintomas e

Diquat apresenta efeito corrosivo sobre os tecidos. Eles incluem dor e

sinais clínicos

queimação na boca, garganta, peito e abdômen, náuseas e vômitos

intensos e diarreia. Em casos de intoxicação, observam-se diarreia

proeminente, fibrose pulmonar, inflamação, sangramento da mucosa nasal,

assim como alterações nas unhas e prejuízo na cicatrização de feridas. Se

a dose foi pequena, esses sintomas podem ser adiados por 1 a 2 dies.

Sangue pode aparecer no vômito e fezes. O acúmulo de líquidos no intestino tem caracterizado vários envenenamentos humanos por diquat. O rim é a principal via de excreção do diquat absorvido pelo corpo. O dano renal é, portanto, uma característica importante das intoxicações. Proteinúria, hematúria e piúria podem progredir para insuficiência renal e azotemia. Elevação das fosfatases alcalina no plasma, TGO, TGP e LDH refletem dano hepático. Icterícia pode ser desenvolvida. Em muitos casos de intoxicação humana com diquat, os sinais clínicos de toxicidade neurológica são os mais importantes. Estes incluem nervosismo, irritabilidade, inquietação, combatividade, desorientação, declarações sem sentido, incapacidade de reconhecer amigos ou familiares e reflexes diminuídos. Os efeitos neurológicos podem progredir para o coma acompanhado por crises convulsivas tônico-clônicas e resultar na morte do paciente. Parkinsonismo também tem sido relatado após exposição cutânea ao diquat. Outros sintomas: edema pulmonar, pancreatite e lesão renal.

Diarreia, tontura, cefaleia, febre, mialgia, letargia e coma. Toxicidade neurológica: dor de cabeça, confusão, excitação, mania, desorientação, labilidade emocional, estupor, depressão, coma, insuficiência respiratória, muitas vezes sem convulsão.

Toxicocinética

Diquat é pouco absorvido a partir da pele e do trate gastrintestinal. Ao ser absorvido, diquat sofre metabolização pela microflora presente no trate gastrointestinal, originando diquat monopiridona, seu metabolito majoritário no organismo, e diquat dipiridona. Ambos os metabolitos são considerados menos tóxicos do que o próprio diquat. Dependendo da espécie e da rota de exposição, menos de 20% da dose e metabolizada. Em ratos que receberam doses orais de diquat observou-se excreção de 6% e 69% na urina e nas fezes, respectivamente, principalmente nos primeiros 2 dias. Diquat não modificado foi e componente majoritário tanto na urina (5% da dose) quanto nas fezes (cerca de 57% da dose). Cerca de 5% da dose oral foi excretada como diquat menopiridona, principalmente nas fezes, enquanto diquat dipiridona e excretado principalmente pela urina. Em comparação ao paraquat, o acúmulo de diquat nos pulmões é muito menos marcado; porém diquat demonstra certa preferência pelos rins. Os rins são a principal rota de excreção, mas quantidades consideráveis de diquat também podem ser excretadas pela bile, variando de acordo com a espécie.

Mecanismo de toxicidade

O mecanismo de ação do diquat ainda não foi completamente estudado. Efeitos tóxicos in vivo incluem severa desidratação após administração oral e tremores e convulses após administração de grandes doses via parenteral. In vitro, as moléculas de diquat são capazes de levar a redução microssomal originando radicais livres reativos, porém a relevância para esta toxicidade não é conhecida. A ocorrência de alterações em um grande número de variáveis como clearance do diquat pelos rins dos ratos após a administração oral de doses tóxicas (680 e 900 µmol/Kg de peso corporal). Diquat não se liga a proteínas plasmáticas dos ratos. A secreção renal ativa foi confirmada pelo fato de que diquat é excretado pelos rins a uma taxa levemente superior a inulina. Em ratos tratados oralmente com diquat a 540 mol/Kg do peso corporal, o clearance renal diminuiu após 24 horas. Entretanto, a redução na função renal induzida por diquat foi considerada secundaria e devido a redistribuição de água causada por intoxicação aguda. O acúmulo de líquidos no intestine tem caracterizado vários envenenamentos humanos por diquat.

Mortes são decorrentes da destruição do epitélio do trate gastrointestinal em combinação com falência renal.

Diagnósticos

O diagnóstico se baseia essencialmente na anamnese e se confirma pelos sinais clínicos. Monitorar sinais vitais, funções renal e hepática por meio de testes. Obter dados básicos de urianálise e monitorar a urina e dados de testes de função pulmonar,

Intoxicações por diquat não são raras, e em muitos casos de intoxicação humana com diquat, os sinais clínicos de toxicidade neurológica são os mais importantes. Em algumas instalações de tratamento, um simples teste colorimétrico e usado para identificar diquat e paraquat na urina; e também dar uma indicação aproximada da magnitude da dose absorvida. Para um volume de urina, adicionar 0,5 volumes de uma solução recém-preparada de hidrossulfito de sódio a 1% em hidróxido de sódio 1,0 N. Observe a cor ao final do um minuto. Uma coloração verde indica a presença de diquat em excesso. Ambos es controles, positive o negative, devem ser, executados para assegurar que o hidrosulfito do sódio não sofreu oxidação no armazenamento. O diquat e o paraquat podem ser medidos no sangue e na urina por métodos de espectrofotometria, cromatografia em fase gasosa, cromatografia líquida o radioimunoensaio. Estes testes estão disponíveis em vários laboratórios clínicos de referência e, algumas vezes, nas empresas fabricantes destes produtos. A sobrevivência é mais provável se as concentrações plasmáticas não forem superiores a 2,0, 0,6, 0,3, 0,16 e 0,1 mg por litro a 4, 6, 10, 16 e 24 horas, respectivamente, após a ingestão. Não existem provas laboratoriais específicas para confirmação da intoxicação. Podo ser efetuada pesquisa de diquat nos fluidos corporais (sangue e urina) do intoxicado, no caso de confirmação de contato do paciente com o pesticida.

Tratamento

O tratamento deve ser instituído a critério médico. Instituição rápida para uma boa eficácia. Lavar copiosamente pele e mucosa, se estas foram expostas. Se houver ingestão, empregar Terra do Fuller ou, se não houver, administre uma suspensão do carvão ativado em água (30g do carvão/ 240 mL de água). Dose usual: 25 a 100 g om adultos/adolescentes, 25 a 50g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/Kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico. O tratamento envolve a redução da absorção do produto através de medidas como lavagem gástrica, uso de purgativos salinos, a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Monitorar para edema pulmonar, choque. Não utilizar eméticos. Administrar fluidos intravenosos como solução isotônica salina, solução Ringer ou glicose 5% em agua, a fim do corrigir a desidratação, acelerar a excreção do toxinas, reduzir a concentração tubular de diquat e corrigir qualquer acides metabólica. Monitorar proteínas e células na urina regularmente, prevenindo a necrose tubular. Hemodiálise e hemoperfusao podem aumentar a eliminação. Não existe antídoto.

Atenção

As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:

Disque-intoxicação: 0800-722-6001

Rede Nacional de Centro do Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS

Telefone do Emergência da Empresa: 0800 70 10450


Mecanismo de Ação, Absorção o Excreção para Animais de Laboratório:

Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo do ação, absorção e excreção:

- Absorção: Diquat é pouco absorvido pelo trato intestinal e pele. Daniel & Gage (1966) estudaram a absorção oral e subcutânea do dibrometo de diquat-14C e dicloreto do diquate-14C após administração única em ratos. Cerca de 90-97% da dose oral de dibrometo do diquat e 84-90% da dose de dicloreto do diquat foram

encontrados nas fezes e 4-11% do ambos os sais de diquat estavam presentes na urina. A injeção subcutânea do diquat - 14C (10mg/Kg de peso corporal) em ratos, 87% da dose administrada foi excretada na urina e 5% nas fezes dentro de 4 dias. A urina contém principalmente diquat inalterado (75% da dose) junto com monopiridona (cerca de 3% da dose) o diquat dipiridona (cerca do 6% da dose).

-Distribuição: Diquat monopiridona é o maior metabolito do Diquat no corpo, sendo Diquat dipiridona de menor importância. Ambos os metabólitos são considerados menos tóxicos que o produto original. Dependendo da espécie e rota de administração, menos do 20% da dose é metabolizada. A microflora intestinal parece ser a principal responsável pelo metabolismo do Diquat. Concentrações de diquat foram maiores no rim e no fígado, mas significativamente menor nos pulmões. Adicionalmente, as concentrações do paraquat foram de 2 - 8 vezes maiores que aquelas do diquat no coração, glandulas adrenais, pâncreas, estômago, íleo e timo. Níveis plasmáticos foram semelhantes para ambos herbicidas bipiridílicos.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.


TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.


TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.


É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.


TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800-7010450