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Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 19317.
1,1`-ethylene-2,2`-bipyridyylim dibromide (DIBROMETO DE DlQUATE)..........................374 g/L (37,4 % m/v)
9,10-dihydro-8a,10a-diazoniaphenanthrene (DIQUATE)………...…..................................200 g/L (20,0% m/v)
Outros Ingredientes.............................................................................................................980g/L (98,0 % m/v)
GRUPO | D | HERBICIDA |
Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 2948 – sala 1001, 1002 e 1003 - Bairro Floresta CEP: 90560-002 - Porto Alegre/RS - Fone: (51) 3237-6414
Fax: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Número de registro do estabelecimento no Estado: 00001928/09 - SEAPI/RS
DIQUAT TÉCNICO RAINBOW – Registro MAPA nº 12015 SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Endereço: Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China
Endereço: Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Cristóvão Colombo, 2948, salas 1001, 1002 e 1003, Bairro Floresta, CEP 90560-002 - Porto Alegre / RS
CNPJ: 10.486.463/0001-69
Cadastro Estadual n. 00001928/09 SEAPI/RS
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-493, km 04, 3800, sala 06, CEP 85503-378 - Pato Branco / PR CNPJ: 10.486.463/0003-20
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Cadastro Estadual n.1000322 ADAPAR/PR
No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
Data de fabricação: | |
Data de vencimento: |
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)

SPRAYKILL é um herbicida não seletivo de ação por contato, apresentado na forma de concentrado solúvel, pertencente ao grupo químico bipiridílio.
DlQUAT 200 SL RAINBOW é indicado para uso em dessecação na cultura da soja.
Uma aplicação por ciclo da cultura.
Cultura | Nome comum | Nome científico | Dose do Produto Comercial (L/ha) | Numero de Aplicações | Volume de Calda | Época de aplicação: DESSECAÇÃO |
Pulverizador | ||||||
costal: | ||||||
200 L/ha | ||||||
Aplicar quando a cultura | ||||||
Soja | Saco-de- padre | Cardiospermum halicacabum | 1,5 a 2,0 | 1 Aplicação | Pulverizador de barra tratorizado: | estiver fisiologicamente madura. |
200 – 300 L/ha | Utilizar espalhante adesivo a | |||||
0,1% v/v. | ||||||
Aplicação aérea: | ||||||
30 – 40 L/ha |
SPRAYKILL deve ser aplicado somente nas dosagens recomendadas diluído em agua, em pulverização com jato dirigido ou em área total.
Equipamentos de Aplicação:
SPRAYKILL poderá ser aplicado através de pulverizadores costal manual ou costal pressurizado, pulverizador tratorizado convencional e através de aeronave agrícola. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico.
Pulverizador de Barra Tratorizado
Bico tipo leque da série 80 ou 110, pressão entre 30 a 40 lb/pol2, aplicando entre 200 a 300 L de calda/ha. Obs.: Para pulverização nas entrelinhas, através de jato dirigido, utilizar os protetores de bicos, evitando que a deriva atinja a cultura.
Pulverizador costal
Bico tipo leque da série 80 ou 110, pressão entre 15 a 20 lb/pol2, aplicando um volume de calda mínimo e 200 L de calda/ha.
Aplicação através de aeronave agrícola (avião acoplado de barra aplicadora):
Bico tipo cônico, pontas D6 e D12 provido de caracóis e placas com orifícios (angulo de 90°), pressão: 25 lb/pol², volume de calda = 30 a 40 L de calda/ha. Altura do voo: 2 a 3 m, faixa de deposição: 12 a 15 m. Tamanho de gotas entre 250 a 300 micras, e 30 a 40 gotas/cm². O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de pulverização para adequar a densidade. Evitar as perdas por deriva e evaporação.
Condições climáticas:
Temperatura máxima: 28°C; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 Km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatização ou deriva.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar SPRAYKILL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma continua durante seu preparo.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Soja | 7 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Uso exclusivo para culturas agrícolas.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: SPRAYKILL não é fitotóxico às culturas quando aplicado nas modalidades e doses recomendadas.
O produto é um herbicida de contato, portanto, durante a aplicação, deve-se evitar que a deriva atinja a cultura para evitar a fitotoxicidade.
O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme a recomendação.
Depois de um período de seca é importante esperar que o solo tenha sido completamente molhado pela chuva em volta das raízes. Não aplicar com solo seco.
A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia para o outro pode reduzir a eficiência do produto.
Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
Observar os equipamentos recomendados nas diferentes frases dos itens “PRECAUÇÕES GREAIS”, “PRECAUCOES NO MANUSEIO”, “PRECAUÇÕES DURANTE A APLICACAO" E “PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO”.
Vide Modo de Aplicação.
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; máscara com filtro mecânico classe P2/P3 quando necessário; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe, luvas de nitrila e botas de borracha.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Mantenha afastados das áreas de aplicação: crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; máscara com filtro mecânico classe P2/P3 quando necessário; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe, luvas de nitrila e botas de borracha.
Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto, distante de fontes de água para consumo.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
Disque-intoxicação: 0800-722-6001 (RENANCIAT – ANVISA/MS) Telefone de emergência da empresa: 0800 70 10450.
Disque-intoxicação: 0800-722-6001 (RENANCIAT – ANVISA/MS) Telefone de emergência da empresa: 0800 70 10450.
Grupo químico | Bipiridílio |
Classe toxicológica | Classe I - Extremamente Tóxico |
Vias de exposição | Oral, dérmica e respiratória |
Vias de absorção | Pele e mucosas respiratória, ocular e digestiva. |
Sintomas e | Diquat apresenta efeito corrosivo sobre os tecidos. Eles incluem dor e |
sinais clínicos | queimação na boca, garganta, peito e abdômen, náuseas e vômitos |
intensos e diarreia. Em casos de intoxicação, observam-se diarreia | |
proeminente, fibrose pulmonar, inflamação, sangramento da mucosa nasal, | |
assim como alterações nas unhas e prejuízo na cicatrização de feridas. Se | |
a dose foi pequena, esses sintomas podem ser adiados por 1 a 2 dies. |
Sangue pode aparecer no vômito e fezes. O acúmulo de líquidos no intestino tem caracterizado vários envenenamentos humanos por diquat. O rim é a principal via de excreção do diquat absorvido pelo corpo. O dano renal é, portanto, uma característica importante das intoxicações. Proteinúria, hematúria e piúria podem progredir para insuficiência renal e azotemia. Elevação das fosfatases alcalina no plasma, TGO, TGP e LDH refletem dano hepático. Icterícia pode ser desenvolvida. Em muitos casos de intoxicação humana com diquat, os sinais clínicos de toxicidade neurológica são os mais importantes. Estes incluem nervosismo, irritabilidade, inquietação, combatividade, desorientação, declarações sem sentido, incapacidade de reconhecer amigos ou familiares e reflexes diminuídos. Os efeitos neurológicos podem progredir para o coma acompanhado por crises convulsivas tônico-clônicas e resultar na morte do paciente. Parkinsonismo também tem sido relatado após exposição cutânea ao diquat. Outros sintomas: edema pulmonar, pancreatite e lesão renal. Diarreia, tontura, cefaleia, febre, mialgia, letargia e coma. Toxicidade neurológica: dor de cabeça, confusão, excitação, mania, desorientação, labilidade emocional, estupor, depressão, coma, insuficiência respiratória, muitas vezes sem convulsão. | |
Toxicocinética | Diquat é pouco absorvido a partir da pele e do trate gastrintestinal. Ao ser absorvido, diquat sofre metabolização pela microflora presente no trate gastrointestinal, originando diquat monopiridona, seu metabolito majoritário no organismo, e diquat dipiridona. Ambos os metabolitos são considerados menos tóxicos do que o próprio diquat. Dependendo da espécie e da rota de exposição, menos de 20% da dose e metabolizada. Em ratos que receberam doses orais de diquat observou-se excreção de 6% e 69% na urina e nas fezes, respectivamente, principalmente nos primeiros 2 dias. Diquat não modificado foi e componente majoritário tanto na urina (5% da dose) quanto nas fezes (cerca de 57% da dose). Cerca de 5% da dose oral foi excretada como diquat menopiridona, principalmente nas fezes, enquanto diquat dipiridona e excretado principalmente pela urina. Em comparação ao paraquat, o acúmulo de diquat nos pulmões é muito menos marcado; porém diquat demonstra certa preferência pelos rins. Os rins são a principal rota de excreção, mas quantidades consideráveis de diquat também podem ser excretadas pela bile, variando de acordo com a espécie. |
Mecanismo de toxicidade | O mecanismo de ação do diquat ainda não foi completamente estudado. Efeitos tóxicos in vivo incluem severa desidratação após administração oral e tremores e convulses após administração de grandes doses via parenteral. In vitro, as moléculas de diquat são capazes de levar a redução microssomal originando radicais livres reativos, porém a relevância para esta toxicidade não é conhecida. A ocorrência de alterações em um grande número de variáveis como clearance do diquat pelos rins dos ratos após a administração oral de doses tóxicas (680 e 900 µmol/Kg de peso corporal). Diquat não se liga a proteínas plasmáticas dos ratos. A secreção renal ativa foi confirmada pelo fato de que diquat é excretado pelos rins a uma taxa levemente superior a inulina. Em ratos tratados oralmente com diquat a 540 mol/Kg do peso corporal, o clearance renal diminuiu após 24 horas. Entretanto, a redução na função renal induzida por diquat foi considerada secundaria e devido a redistribuição de água causada por intoxicação aguda. O acúmulo de líquidos no intestine tem caracterizado vários envenenamentos humanos por diquat. Mortes são decorrentes da destruição do epitélio do trate gastrointestinal em combinação com falência renal. |
Diagnósticos | O diagnóstico se baseia essencialmente na anamnese e se confirma pelos sinais clínicos. Monitorar sinais vitais, funções renal e hepática por meio de testes. Obter dados básicos de urianálise e monitorar a urina e dados de testes de função pulmonar, Intoxicações por diquat não são raras, e em muitos casos de intoxicação humana com diquat, os sinais clínicos de toxicidade neurológica são os mais importantes. Em algumas instalações de tratamento, um simples teste colorimétrico e usado para identificar diquat e paraquat na urina; e também dar uma indicação aproximada da magnitude da dose absorvida. Para um volume de urina, adicionar 0,5 volumes de uma solução recém-preparada de hidrossulfito de sódio a 1% em hidróxido de sódio 1,0 N. Observe a cor ao final do um minuto. Uma coloração verde indica a presença de diquat em excesso. Ambos es controles, positive o negative, devem ser, executados para assegurar que o hidrosulfito do sódio não sofreu oxidação no armazenamento. O diquat e o paraquat podem ser medidos no sangue e na urina por métodos de espectrofotometria, cromatografia em fase gasosa, cromatografia líquida o radioimunoensaio. Estes testes estão disponíveis em vários laboratórios clínicos de referência e, algumas vezes, nas empresas fabricantes destes produtos. A sobrevivência é mais provável se as concentrações plasmáticas não forem superiores a 2,0, 0,6, 0,3, 0,16 e 0,1 mg por litro a 4, 6, 10, 16 e 24 horas, respectivamente, após a ingestão. Não existem provas laboratoriais específicas para confirmação da intoxicação. Podo ser efetuada pesquisa de diquat nos fluidos corporais (sangue e urina) do intoxicado, no caso de confirmação de contato do paciente com o pesticida. |
Tratamento | O tratamento deve ser instituído a critério médico. Instituição rápida para uma boa eficácia. Lavar copiosamente pele e mucosa, se estas foram expostas. Se houver ingestão, empregar Terra do Fuller ou, se não houver, administre uma suspensão do carvão ativado em água (30g do carvão/ 240 mL de água). Dose usual: 25 a 100 g om adultos/adolescentes, 25 a 50g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/Kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico. O tratamento envolve a redução da absorção do produto através de medidas como lavagem gástrica, uso de purgativos salinos, a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Monitorar para edema pulmonar, choque. Não utilizar eméticos. Administrar fluidos intravenosos como solução isotônica salina, solução Ringer ou glicose 5% em agua, a fim do corrigir a desidratação, acelerar a excreção do toxinas, reduzir a concentração tubular de diquat e corrigir qualquer acides metabólica. Monitorar proteínas e células na urina regularmente, prevenindo a necrose tubular. Hemodiálise e hemoperfusao podem aumentar a eliminação. Não existe antídoto. |
Atenção | As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Disque-intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centro do Informações e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS Telefone do Emergência da Empresa: 0800 70 10450 |
Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo do ação, absorção e excreção:
- Absorção: Diquat é pouco absorvido pelo trato intestinal e pele. Daniel & Gage (1966) estudaram a absorção oral e subcutânea do dibrometo de diquat-14C e dicloreto do diquate-14C após administração única em ratos. Cerca de 90-97% da dose oral de dibrometo do diquat e 84-90% da dose de dicloreto do diquat foram
encontrados nas fezes e 4-11% do ambos os sais de diquat estavam presentes na urina. A injeção subcutânea do diquat - 14C (10mg/Kg de peso corporal) em ratos, 87% da dose administrada foi excretada na urina e 5% nas fezes dentro de 4 dias. A urina contém principalmente diquat inalterado (75% da dose) junto com monopiridona (cerca de 3% da dose) o diquat dipiridona (cerca do 6% da dose).
-Distribuição: Diquat monopiridona é o maior metabolito do Diquat no corpo, sendo Diquat dipiridona de menor importância. Ambos os metabólitos são considerados menos tóxicos que o produto original. Dependendo da espécie e rota de administração, menos do 20% da dose é metabolizada. A microflora intestinal parece ser a principal responsável pelo metabolismo do Diquat. Concentrações de diquat foram maiores no rim e no fígado, mas significativamente menor nos pulmões. Adicionalmente, as concentrações do paraquat foram de 2 - 8 vezes maiores que aquelas do diquat no coração, glandulas adrenais, pâncreas, estômago, íleo e timo. Níveis plasmáticos foram semelhantes para ambos herbicidas bipiridílicos.
Excreção: Em estudos com ratos, com a administração do material radiomarcado na dieta em uma dose simples de 100 mg de Diquat/Kg; após 48 horas, uma média do 73,3% da dose foi eliminada pelas fezes. Após 168 horas a média de eliminação pelas fezes foi do 85,5%. A excreção pela rota urinária foi de 5,4% após 168 horas. No final deste período os níveis de radioatividade nos tecidos, órgãos e fluidos corpóreos foram iguais ou perto do nível background. Não existe acúmulo nos tecidos.
Em estudo com animais de experimento que foram expostos a uma única aplicação de diquat, não foram observados efeitos locais de irritação dermal. A aplicação diária de uma solução a 1% de diquat ocasionou eritema leve no local do contato por até 10 dias, enquanto a aplicação, diária de diquat na dose de 20mg/Kg de peso corporal ocasionou eritema moderado, espessamento da pele e formação de crostas. No entanto, diquat não é considerado sensibilizante. Quanto ao sistema respiratório, os efeitos não são específicos como no caso do ativo. Depressão geral e letargia são os sintomas mais comuns descritos em estudos com cobaios, ratos e macacos, após administração de altas doses de diquat. Além disso, em casos de intoxicação aguda, podem ser observadas ulcerações gástricas, congestão intestinal, alterações nos níveis séricos de glicose, TGO, TGP e uréia. Mortes são decorrentes da destruição do epitélio do trato gastrointestinal em combinação com falência renal.
Em estudos realizados com diquat administrado na dieta de animais, não foram observados efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos no que diz respeito à toxicidade crônica. Não há evidências de teratogenicidade induzida por diquat em estudo com coelhos e ratos. Para coelhos, foram observados fetos com fígados manchados ou friáveis na dose testada de 10 mg e Diquat/Kg/dia. Para ratos verificou-se toxicidade materna temporária leve nas doses de 4 e 12 mg/Kg/dia. O nível de dose de 12 mg/Kg/dia foi estabelecido como o NOEL para desenvolvimento fetal.
Grupos de ratos, machos e fêmeas, receberam rações contendo 0, 20, 100 ou 500 ppm de Diquat durante um período de 90 dias. Na dose mais alta de 500 ppm foram observados alterações nos olhos, redução no aumento do peso do corpo, associada a uma diminuição no consumo e assimilação de alimentos. O nível sem efeito foi de 100 ppm, equivalente a 8,5 ou 9,2 mg/Kg de Diquat para ratos machos e fêmeas, respectivamente. Em estudos com cães e ratos que receberam diquat junto à alimentação, foram observados efeitos cataratogênicos nos animais, com embaçamento visual. Cataratas ocasionadas por diquat diferem levam ao desenvolvimento de opacidade posterior, local rico em ribonucleoproteínas, formando uma catarata nuclear densa, com opacidade cortical e levando ao desenvolvimento, em último estágio, de contração das lentes. Os mecanismos pelo qual isto ocorre ainda não foram totalmente estudados.
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
n Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
Evite contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
Isole e sinalize a área contaminada;
Contate as autoridades locais competentes e a empresa RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. telefone de Emergência: (51) 3237-6414. Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
Orientação para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem.
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.