Registrado no Ministério da Agricultura pecuária e abastecimento — MAPA sob o no. 07012
(RS)-2-(2,4-dichlorophenyl)-3-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)propyl 1,1 ,2,2-tetrafluoroethyl ether (TETRACONAZOL) ................................................................................ 80 g/L (8% m/v)
Methyl(E)-2-{2-[6-(2-cyanophenoxy)pyrimldin-4-yloxy]phenyl}-3-methoxyacrylate (AZOXISTROBINA) .............................................................................. 100 g/L (10% m/v)
Outros lngredientes............................................................................... 870g/L (87% m/v) CONTEM:
Polietileno-polipropilenoglicol............................................................. 53,01 g/L (5,3% m/v)
Etilenoglicol ....................................................................................... 52,50 g/L (5,2% m/v)
lsagro Brasil Comércio de Produtos Agroquímicos Ltda.
Rua Joaquim Floriano, 466, conjunto 1205, Ed. Offices - ltaim Bibi São Paulo/SP - CNPJ: 06.151.494/0001-91 - Cadastro CDA/SP n.° 599.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua lgarapava, 599 - Distrito Industrial Ill - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
- CNPJ: 23.361.306/0001-79
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rod. Anhanguera, 999 B - Distrito Industrial - lgarapava/SP - CNPJ: 23.361.306/0007-64
lsagro S.p.A. Piazzale Elettrochimica, 2 — 65022 — Bussi Sul Tirino (Pescara) — Itália.
Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
Data de fabricação: | |
Data de vencimento: |
Cultura | Alvo | Dose (L/ha) | Dose (gi.a./ha) | N° de aplicações |
ALGODÃO | Mancha de ramulárla (Ramularia areola) | 0,50 - 0,70 | (40 + 50) a (56 + 70) | 3 – 4 |
MILHO | Cercospora (Cercospora zeae-maydis) | 0,60 | 48 + 60 | 1 |
SOJA | Crestamento foliar (Cercospora kikuchii) | 0,5 | 40 + 50 | 2-3 |
Ferrugem Asiática (Phakopsora pachyrhizi) | 0,5 | 40 + 50 | 2 |
Domark Excell é um produto formulado com base em dois princípios ativos, sendo um sistêmico do grupo dos triazois, e outro mesostêmico do grupo das estrobilurinas, com modo de ação preventivo e curativo.
Diluir Domark Excell em água, acrescentar óleo mineral como adjuvante na dose de 0,5% v/v na calda e aplicar por pulverização sobre as plantas, de modo a proporcionar uma boa cobertura, principalmente do terço inferior em função de ser um produto sistêmico acrópeta e local.
Aplicação terrestre:
Diluir o produto em 120 a 200 litros água/ha para as culturas da soja, algodão e milho.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 pm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², e uma pressão de 40 a 60 libras. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Aplicação aérea:
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação. Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 pm, e um mínimo de 60 gotas por cm².
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
Algodão ................................................................................... 30 dias
Milho ........................................................................................ 42 dias
Soja ......................................................................................... 21 dias
* os intervalos de segurança foram definidos como os mais elevados conforme já estabelecido entre os dois ingredientes ativos para a modalidade de aplicação foliar.
Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 24 horas. A entrada na cultura pode ser realizada utilizando-se EPI – Equipamento de Proteção Individual adequado.
Desde que seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para a cultura indicada.
Durante o manuseio, preparação da calda e aplicação, use Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, chapéu impermeável de aba Iarga ou chapéu árabe, avental impermeável, óculos protetores ou viseira facial, mascara descartável provida de filtros contra eventuais vapores orgânicos cobrindo o nariz, a boca, e Luvas e botas de borracha.
Domark Excell deve ser pulverizado utilizando-se equipamento, tratorizado ou aéreo. Utilizar tipo de equipamento mais adequado a cada cultura indicada, de acordo com as recomendações descritas no item “MODO DE APLICAÇÃO”.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA- MMA).
(De acordo com as recomendações aprovadas peio órgão responsável peio Meio Ambiente — IBAMA- MMA).
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA- MMA).
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas) – Qualquer produto utilizado no controle de doenças pode ficar menos efetivo ao Iongo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O FRAC-BR (Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando com isso prolongar a vida útil dos fungicidas e também manter sua performance:
Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou com mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas para o mesmo patógeno, no mesmo ciclo da cultura.
Utilizar quando conveniente o rodizio de produtos de contato e produtos com modo de ação especifico (sistêmicos).
Utilizar somente as doses recomendadas no rotulo/bula.
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, a dose, ao modo de aplicação e a tomada de decisão, viando assegurar resultados econômico, ecológico e socialmente favorável.
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos,
Touca árabe e Luvas.
-Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamento de aplicação com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAÇÕES NA PREPARAQAO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamentos de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das
Luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e Luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de vento forte e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
-Aplique) o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita.
-Utilize equipamentos de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das Luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e Luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APOS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e

Animal.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rotulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vomito. Caso o vomito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita agua corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita agua corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando Iuvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Grupo químico | Tetraconazol....................................................................................... Triazol Azoxistrobina............................................................................ Estrobilurina Etilenoglicol ...................................................................................... Alcoois Poloxalene ..................................................................................... Poliglicol |
Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica |
Toxicocinética | Tetraconazol: Em estudos em animal, tetraconazole foi rapidamente absorvido peio trato gastrointestinal e excretado na maior parte pela via urinaria. Em 48 horas a excreção urinaria foi de 61-76% para a fração 14C- triazole e 51-62% para a fração 14C-fenil, enquanto a excreção pelas fezes foi de 9-26% e 23-26% para a fração triazole e para a fração fenil, respectivamente. O tetraconazol e em grande parte metabolizado e o composto inalterado e detectado em uma porcentagem menor que 9% nas fezes e em pequenas quantidades na urina. O principal metabolito foi o triazole. O principal mecanismo do metabolismo inclui oxidação, redução e conjugação com a glutationa. No ar expirado foi encontrado 0,13-0,23% da dose administrada. Após 7 dias a concentração tissular foi mínima encontrando-se no fígado e nos rins. |
Azoxistrobina: entre 96% a 86% do total da dose administrada de azoxistrobina foi excretada em 48 horas. A maior parte do produto foi excretada pelas fezes (via biliar) com cerca de 17% pela urina. O ingrediente ativo foi extensiva e completamente metabolizado tendo sido identificados peio menos 15 diferentes metabólitos. A biotransformação não foi afetada pela dose. Os autores sugerem que a adsorção é dose-dependente. A absorção oral na dose de 1 mg/kg p.c. foi praticamente completa (100%) uma vez que não foi detectado o composto parental. A absorção oral da maior dose (100 mg/kg p.c.) foi estimada em cerca de 74-81% uma vez que cerca de 19-26% da dose do composto parental foi detectado. Ha duas principais vias metabólicas: hidrólise a metoxiácido, seguido da conjugação do ácido glucurônlco e conjugação da glutationa do anel do cianofenil seguido de outros metabolismos ao metabólito do ácido mercaptlrlco. Os maiores níveis de resíduos foram encontrados nos rins e fígado. Não há evidência de bioacumulação. Etilenoglicol: Etilenoglicol é pouco absorvido pela pele (25% da dose de exposição), precisando cobrir grandes áreas cutâneas para provocar efeitos na saúde do trabalhador, e sua baixa volatilidade faz com que a absorção pela via respiratória seja pouco significativa. Em contraposição, ele é bem e rapidamente absorvido peio trato gastrointestinal (90 a 100% da dose de exposição) com pico sanguíneo em uma a quatro horas após a ingestão. Não se acumula no organismo. Seu metabolismo começa no fígado: o etilenoglicol é transformado pela enzima alcool desidrogenase (ADH) em glicoaldeído. O glicoaldeído é rapidamente convertido em ácido glicólico e um dialdeído (glioxal) pela aldeído-desidrogenase. Ambos reagem Ientamente para formar o ácido glioxilico, em presença da desidrogenase láctica (ou ácido glicólico oxlgenase), que se decompõe rapidamente em ácido oxálico e em pequenas quantidades de lactato e formato. O ácido oxálico reage com o cálcio e se precipita sob a forma de cristais de oxalato de cálcio nos túbulos renais proximais, no cérebro, miocárdio, pâncreas e parede dos vasos sanguíneos. Eles causam dilatação, necrose, fibrose, e deposto de cristais nos IUDUIOS renais. Alguns efeitos são mediados pelos receptores GABA. Ácido oxálico e sal de cálcio são responsáveis por uma acidose metabólica grave. | |
Mecanismos de toxicidade | Tetraconazol: Não se conhece o mecanismo de toxicidade especifico para humanos. Azoxistrobina: Nos fungos atua inibindo a respiração mitocondrial pelo bloqueio da transferência de elétrons entre o citocromo b e citocromo c1. |
Sintomas e sinais clínicos | Tetraconazol: Intoxicação aguda: ainda não há relatos sobre efeitos clínicos de indivíduos expostos ao Tetraconazol.
Exposição crônica: em estudos crônicos em animal, os órgãos-alvo foram o fígado, com incremento na atividade da fosfatase-alcalina, e os rins. E provavelmente carcinogênico para humanos (EPA, L2) com base na indução de tumores hepáticos em camundongos. Não é genotóxlco nem mutagênico. Em estudos em ratos, o Tetraconazol induziu a formação de hidrouréter nos fetos e carência de espermatozoides no epidídimo de camundongos machos. Azoxistrobina: Intoxicação aguda: Ha relatos Ilimitados sobre efeitos clínicos de indivíduos expostos ao Azoxistrobina. Foram descritos irritação ocular, prurido, eritema, fraqueza, cefaleia, tontura e dores no trato respiratório (após inalação). Exposição crônica: em estudos crônicos com animal, o órgão-alvo foi o fígado, com redução do ganho de peso corporal em cães e ratos e alterações nos ductos biliares (ratos machos). No estudo de toxicidade reprodutiva foi relatado redução no ganho de peso corporal de mães e filhotes. Nos estudos de teratogênese foi observado retardamento na ossificação dos filhotes de ratos cujas mães apresentaram redução do peso corporal (doses materno tóxicas). |
Etilenoglicol: O início do quadro clinico está relacionado a acidose metabólica e segue um período de latência, até a formação de seus metabólitos tóxicos. 30 minutos após a ingestão de 1 mg/kg, os sintomas são os de intoxicação alcoólica com depressão do SNC e ataxia, vertigens, fala pastosa, agitação, nistagmo, náusea e vomito. A depressão pode se agravar, associando hipotonia, arreflexla, com eventualmente, edema cerebral. Em 12 a 24h aparece em geral, uma falência cardiorrespiratória com dispneia, hiperventilação, taquicardia, cianose e elevação da pressão sanguínea. A radiografa de tórax mostra infiltrações bilaterais extensas e evoca risco de morte. Os sintomas são oligúria, dores Iombares e urinas ricas em cristais de oxalato de cálcio, evoluindo para anúrla. Disritmias cardíacas podem aparecer devido a uma hipocalcemia resultante da formação de cristais de oxalato de cálcio e, em 1 a 2 semanas após intoxicação severa notam-se paralisia facial, zumbidos, fala pastosa, distúrbios oculares motores e anomalias visuais, relacionados com lesões dos nervos cranianos VII, IX e X (Vll- nervo facial; IX — nervo glossofaríngeo; X — nervo vago), após a exposição em pacientes com intoxicação severa, que pode ser devido a formação de cristais de oxalato de cálcio no cérebro. Após exposição inalatória a 140 mg/m³, algumas pessoas podem apresentar irritação de garganta, dor de cabeça e dores torácicas; concentrações > a 200 mg/m³ produzem irritações severas e dores mais intensas. A exposição cutânea ocupacional provoca desidrose, irritação, dermatites e eczema. Uma ceratoconjuntivite pode ser encontrada nas contaminações oculares. Poloxalene: a absorção e baixa com rápida excreção na bile e urina e pouca retenção nos tecidos. Administração intravenosa em humanos provocou dor, anormalidades no local da injeção e náuseas. Pode ser irritante de pele e mucosas. | |
Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível. Etilenoglicol: O diagnóstico se baseia na noção de exposição associada ao quadro clinico compatível com intoxicação por etilenoglicol. Exame de urina: dosagem de etilenoglicol > 20 mg/ml revela uma intoxicação, mas valores inferiores são compatíveis com casos mais distantes. A elevação significativa da osmolalidade sérica pode ser um bom indicador, ainda que não especifica e possivelmente ausente após a primeira hora. O cálcio sérico vai diminuindo com a formação de oxalato e a dosagem de eletrólitos mostra um intervalo aniônico anormal (AG=Na+-(CI+HCO3-) > 12 mEq/L). Uréia e creatinina aumentam com a insuficiência renal. A presença de cristais de oxalato de cálcio também é comum. Monitorar o fluxo urinário. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
Tratamento | Antídoto: Não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição Oral: *Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30g de carvão). Dose 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de 1-12 anos e 1g/kg em <1 ano.
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Exposição inalatória: se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigeno e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com B2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9% a temperatura ambiente, por peio menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água abundante e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú). Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto. | |
Contra - indicações | A indução do vomito e contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. |
Efeitos sinérgicos | Não relatado em humanos. |
ATENÇÃO | Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS. Centro de Informação Toxicológica - Curitiba/PR 0800 410148 Notifique ao Sistema de informação de agravos de notificação (SlNAN/MS) Telefone de Emergência da empresa: (11) 2537-2373 |
Vide itens Toxicocinétlca e Mecanismos de toxicidade no quadro acima:
DL50 oral em ratos (fêmeas): superior a 300 mg/kg de peso corpóreo. DL50 dérmica em ratos: superior a 4.000 mg/kg de peso corpóreo.
CL50 inalatória para ratos: > 2,26 mg/L de ar (4h).
Irritação ocular em coelhos: o produto foi considerado pouco irritante para os olhos. Irritação dérmica em coelhos: o produto foi considerado pouco irritante para a pele. Sensibilização cutânea: o produto não provocou sensibilização cutânea.
Vide item sintomas e sinais clínicos no quadro acima.
Este produto é:
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Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em Iagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre recipientes disponíveis para envolver embalagens rompidas.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
Observe a legislação estadual e municipal.
lsole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISAGRO BRASIL COMERCIO DE PRODUTOS AGROQUIMICOS LTDA. - Telefone de emergência (11) 2537-
2373. Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, Luvas e botas de borracha (PVC), óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água Iimpa a embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
Faca esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conte o original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito
De fiscalização, peio prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
A formação HF e HCI deve ser Ievada para um sistema de absorção com 18 — 20% de Ca(OH)2 em solução de água.
Não há restrições.